terça, 17 de maio de 2022
SIGA-NOS

Encontrado em cova rasa corpo do adolescente envolvido no latrocínio de idoso dentro de lotérica em Fagundes



Publicado em sexta-feira, maio 13, 2022 · Comentar 

Após buscas realizadas nesta quinta-feira (12), Polícia Civil localizou o corpo do adolescente envolvido no latrocínio que acabou com a morte de um idoso identificado como Marcos Dantas, pai do dono da casa lotérica em Fagundes, na Paraíba.

O criminoso foi identificado como Renato Teófilo, de 15 anos de idade. Renato morava nas Malvinas, em Campina Grande.

Renato foi morto como uma espécie de “disciplina” e “queima de arquivo” diante da tamanha repercussão do assassinato do aposentado.

A morte de Renato foi presenciada pelo comparsa João Victor que foi preso pela Polícia Civil na tarde desta quarta-feira (11) no bairro do Catolé, em Campina Grande.

A polícia segue em busca do mentor do crime, responsável por fornecer o armamento e arquitetar a fuga dos criminosos.

O crime foi planejado

O latrocínio foi praticado por João Victor e pelo adolescente, eles aparecem nas imagens de câmeras.

Já Wesley Rodrigues confessou que a participação dele foi de “pegar” os executores (que não eram de Fagundes) e que estavam indo para lá cometer o assalto.

Como em Fagundes “todo mundo se conhecia”, era necessário que o crime fosse executado por duas “pessoas de fora (não conhecidas)”.

Os dois executores, o adulto e o adolescente, chegaram a Fagundes na terça (03) vindos de Campina Grande.

Num posto de combustíveis da cidade os dois executores se encontram com Wesley que os levou até a casa de um quarto envolvido onde dormiram para cometer o crime na quarta.

Ficou acordado entre os latrocidas que cada um receberia uma quantia do roubo à lotérica.

As roupas que o foragido João Victor usava na tarde do crime foram localizadas na casa dos pais dele.

As imagens das câmeras da lotérica ajudaram neste detalhe da roupa, inclusive.

O objetivo era realmente executar o roubo na lotérica de familiares da vítima Marcos Antônio, de 67 anos.

Marcos, que era funcionário da Cagepa, estava no local praticamente todas as tardes para fechar o estabelecimento. Ele não reagiu, mas isso não impediu a violência covarde dos assassinos.

Da Redação 
Com Portal do Litoral 

Comentários


SIGA-NOS

Todos os direitos reservados - Proibida reprodução total ou parcial deste site sem aviso prévio

Copyright © 2017 - ExpressoPB - CNPJ: 10.962.007/0001-48