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Ricardo lamenta inevitabilidade do impeachment de Dilma, mas pede manutenção de avanços sociais



Publicado em terça-feira, agosto 23, 2016 · Comentar 

ricardo_coutinho2_walla_santosPara o governador Ricardo Coutinho (PSB), o ‘jogo’ do impeachement da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) está difícil de ser jogado e apontou que o Brasil vai sofrer muito ainda por conta disso.

“Não é por causa de fulano ou sicrano, de ser a presidente ser Dilma ou outra pessoa, mas vai sofrer pelo processo. Acho que a democracia tem regras que precisam ser respeitadas , o governo quando não vai bem deve ser trocado, mas nas urnas”, destacou lembrando a decisão recente da Grã Bretanha de sair da União Europeia, que para o socialista, “os mais conseqüentes perceberam o absurdo que foi. A Grã Bretanha vai sofrer e a União Europeia também, mas foi decidido pelo povo”, afirmou.

Coutinho disse que espera que não sejam permitidos retrocessos econômicos e sociais, pois é preciso ter legitimidade para fazer. “Vivemos uma crise federativa, ao mesmo tempo o Brasil ao longo dos últimos 15 anos avançou muito. Quem era o Nordeste e quem hoje é o Nordeste. Como era o Brasil, 60% do povo mais pobre e como é hoje. Estamos em crise, mas tem que superar sem destruir o patrimônio nacional, preservando as regras da democracia, os avanços sociais…”, comentou.

Para Ricardo a democracia é mais importante que o mandato dele ou o de fulano ou sicrano, pois fortalece a lógica de empoderamento da população. “Ninguém ache que o Brasil vai começar agora, existe um processo por trás e a democracia social é muito clara no país, não é possível que o povo negue isso, temos que avançar. O que foi feito é insuficiente”, concluiu.

Da Redação
Com Paraíba.com

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