Segue foragido o principal suspeito de matar a ex-companheira no município de Arara, no Agreste paraibano. O crime, tratado como feminicídio, aconteceu na manhã do dia 07 de janeiro deste ano.
Ascléia Ferreira foi assassinada a tiros no momento em que chegava para trabalhar em um posto de saúde do município. De acordo com as investigações, o ex-companheiro dela, Raimundo Cesar Pereira Faustino, é apontado como o autor do crime.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito estava esperando a vítima em uma praça próxima ao local de trabalho. Assim que Ascléia chegou, ele efetuou quatro disparos, todos na região da cabeça. Mesmo após a vítima cair, o agressor continuou atirando. Câmeras de segurança registraram toda a ação criminosa.
As investigações apontam que o casal estava separado há cerca de um mês e que o crime foi premeditado. A polícia apurou que Raimundo Cesar havia viajado para o Rio de Janeiro e, ao retornar à Paraíba, já tinha a intenção de cometer o assassinato.
O feminicídio teria sido motivado por ciúmes. Ainda segundo a polícia, o suspeito passou a ameaçar a vítima após ela ter participado de uma festa de Réveillon, fato que teria desagradado o agressor.
Após cometer o crime, Raimundo Cesar enviou um áudio para a mãe da vítima, informando onde o corpo estava. O delegado Diógenes Fernandes, responsável pelo caso, confirmou que os indícios apontam para um crime passional planejado.
Este é considerado o primeiro feminicídio registrado na Paraíba em 2026. O corpo da vítima foi encaminhado para perícia e a Polícia Civil segue em diligências para localizar o suspeito, que entrou em contato com as autoridades afirmando que pretende se entregar.
Redação/Noticia Paraíba
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