A criminalidade tem roubado cada vez mais cedo os sonhos da nossa juventude e deixado um rastro de dor impossível de medir. Corpos estendidos ao chão, vidas interrompidas por disparos, famílias destruídas em segundos.
A cena registrada nesta segunda-feira (18), em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, é o retrato mais cruel dessa realidade: uma mãe, sentada ao chão, em lágrimas, ao lado do corpo do filho executado.
O desespero estampado em seu rosto não é apenas dela. É o grito silencioso de milhares de mães órfãs de seus próprios filhos, arrancados pelo mundo da violência, das drogas e da criminalidade.
Até quando vamos normalizar essa dor? Até quando nossas mães continuarão enterrando seus filhos?
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Redação/ExpressoPB
Foto Reprodução: Redes sociais/Arte @ExpressoPB





