O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) esclareceu, nesta quarta-feira (14), que o afastamento do prefeito eleito de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante), não foi determinado por nenhum integrante da Justiça Eleitoral.
A medida ocorreu no âmbito da Operação Cítrico, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e possíveis ligações entre agentes políticos e organização criminosa.
Em nota, o TRE-PB destacou que a decisão que resultou no afastamento do gestor partiu da Justiça comum, e não da esfera eleitoral. Com isso, eventuais impactos da medida no campo eleitoral, como a diplomação do prefeito eleito, ainda deverão ser analisados posteriormente.
Segundo o tribunal, qualquer efeito jurídico relacionado ao mandato eletivo dependerá de provocação formal e será avaliado pela autoridade eleitoral competente, dentro de um processo específico.
Operação Cítrico e o afastamento do prefeito de Cabedelo
A Operação Cítrico apura a atuação de um suposto grupo formado por políticos, empresários e integrantes de facção criminosa, que teria movimentado valores milionários em contratos fraudulentos no município de Cabedelo.
Com o afastamento de Edvaldo Neto, as investigações seguem em andamento, enquanto a situação eleitoral do gestor ainda permanece indefinida e sob análise futura da Justiça Eleitoral.
Da redação/ Com Polêmica Paraíba
Foto: Reprodução/ Polêmica Paraíba





