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Chile anuncia volta do uso obrigatório de máscaras em 2026

Com a chegada do outono e a proximidade do inverno no hemisfério sul, o Ministério da Saúde do Chile agiu de forma preventiva. Nesta quinta-feira (26) o governo chileno confirmou que o uso de máscaras voltará a ser obrigatório em todos os estabelecimentos de saúde do país a partir de 1º de abril até 31 de agosto.

A medida é uma resposta estratégica ao aumento sazonal de doenças respiratórias, como o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Influenza e novas variantes da Covid-19, visando proteger tanto os pacientes quanto a força de trabalho médica durante os meses mais frios do ano.

Onde e para quem a regra se aplica?

Diferente das medidas de emergência do passado, esta ação é focada exclusivamente no ecossistema de saúde. A obrigatoriedade abrange:

  • Locais: Prontos-socorros (públicos e privados), unidades de diálise, centros de onco-hematologia e salas de espera.
  • Público: Profissionais de saúde, staff administrativo, pacientes e seus acompanhantes.
  • Tipos de Máscara: São recomendadas máscaras cirúrgicas de três camadas. Em situações de alto risco ou contato com pacientes vulneráveis, o uso de N95 ou KN95 é fortemente encorajado.

O Modelo Chileno de “Campanha de Inverno”

Embora a notícia tenha gerado comparações imediatas com as restrições da pandemia no Brasil, autoridades chilenas reforçam que esta é uma ação preventiva anual. Não há previsão de extensão da obrigatoriedade para espaços públicos, comércio ou escolas, a menos que os indicadores epidemiológicos piorem drasticamente.

A estratégia foca em:

  1. Contenção de Surtos: Evitar que hospitais se tornem focos de disseminação de vírus respiratórios.
  2. Preservação da Rede: Manter a capacidade de atendimento das emergências livre de contágios internos.
  3. Proteção de Imunossuprimidos: Garantir segurança extra em áreas críticas como oncologia e nefrologia.

Da redação/ Com Click PB 

Foto: Reprodução/ Arquivo/ Expresso 

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