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Gestão Adjamir Souza promete, mas não entrega nem vento em Curral de Cima

O início de 2026 tem sido marcado por um clima de insatisfação popular e incertezas administrativas no município de Curral de Cima.

O que deveria ser um período de novos projetos e assistência social transformou-se em uma onda de reclamações contra a gestão do prefeito Adjamir Souza.

O contraste entre o forte marketing institucional e a realidade das ruas tem gerado revolta na população.

Marketing vs. Realidade:

A gestão municipal investiu pesado na divulgação de um programa de distribuição de gás, gerando expectativa nas famílias de baixa renda.

No entanto, o anúncio não saiu do papel. Moradores relatam que, além da ausência do auxílio-gás, o município enfrenta deficiências graves no abastecimento de água e na entrega de cestas básicas.

A crítica geral é que a prefeitura prioriza a “propaganda” enquanto o básico deixa de ser feito.

Serviços Afetados e Combustível Cortado:

A crise parece ter chegado também à logística da cidade.

Informações dão conta de que o fornecimento nos postos de combustíveis para os veículos oficiais foi cortado, o que coloca em xeque a continuidade de serviços essenciais.

A paralisação ou redução da frota municipal é um reflexo direto da falta de planejamento financeiro que atinge o município neste início de ano.

FPM Zerado e Servidores no Prejuízo:

A situação financeira se agravou com o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste dia 10 de janeiro. O recurso veio “zerado” devido a retenções por dívidas acumuladas junto ao INSS.

O resultado imediato desse bloqueio é o atraso no pagamento do 14º salário dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Endemias, que seguem sem previsão de receber o benefício garantido por lei.

O cenário em Curral de Cima é de cobrança intensa.

O governo Adjamir Souza inicia o ano sob o peso de uma crise que o marketing, por si só, não consegue esconder.

Da redação/ Com Giro Político PB 

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