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OPINIÃO: Até quando João vai permitir os “foguetes” constrangerem Pollyana em seu palanque?



Publicado em terça-feira, agosto 23, 2022 · Comentar 

 

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As caminhadas do governador João e de sua caravana 40 pela região do curimataú paraibano no último final de semana, serviu para testar a engrenagem política feita por ele e seus estrategistas para o processo eleitoral de outubro próximo.

Do ponto de vista do marketing, foi uma caminhada quilometricamente maior e mais calorosa do que a realizada no mesmo período em outra região do estado por um dos seus concorrentes, mas do ponto de vista político eleitoral o comando da campanha de João precisa emendar algumas peças, ajustar o discurso e partir para a prática.

A chapa de João é composta por Lucas Ribeiro, seu vice e Pollyana Dutra, sua senadora, ponto. Qualquer fala em seu palanque fora da convergência desses nomes deve obrigatoriamente ser vetada, sob pena do governador permitir o desrespeito a um dos companheiros de chapa.

Quão indelicado foi Tota Guedes,  la de Pedra Lavrada, de forma despretensiosa pedir voto para um senador da chapa adversária no palanque governista, depois de uma intensa e cansativa caminhada do governador e da candidata a Senadora Pollyana Dutra pelo curimataú.

Não é novidade que Tota e seus aliados rebeldes já decidiram votar num senador fora da chapa governista e do campo politico dos socialistas. Até ai tudo bem, já que o próprio João não conseguiu ‘frear’ os rebeldes, mas constranger o governador e a sua senadora no seu palanque é falta de respeito e fraqueza de sobra de João e do comando de sua campanha.

Tota deixou o governador constrangido, mas muito mais que isso, faltou com o respeito com a deputada candidata ao Senado e com seus apoiadores.

O comando da campanha governista precisa frear as investidas do grupo “foguete” e delimitar até onde eles podem “subir” no palanque de João, pois a altura deles não pode dentro desse espectro ser mais alto que o respeito a Pollyana.

Foi feio pra Tota, feio pro governador e constrangedor para o Barão, marido de Pollyana que assistiu a tudo, desconcertado, lá atrás.

Da Redação do ExpressoPB

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