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Policiais militares salvam mulher e interrompem tentativa de suicídio em Cajazeiras



Publicado em segunda-feira, novembro 1, 2021 · Comentar 

Na tarde do último sábado (30), uma guarnição da ROTAM (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas), foi acionada para comparecer até a ‘Rua da Arapuca’, no bairro dos Remédios, próximo da sede do 6º Batalhão da Polícia Militar de Cajazeiras, pois uma mulher apresentava sinais de nervosismo e desorientação, sinalizando que poderia atentar contra a própria vida.

De acordo com informações da polícia, ao chegar ao local, os policiais se depararam com a mulher segurando uma faca peixeira em uma das mãos e na outra, uma garrafa quebrada, apontando para si. A partir de então, os policiais se mobilizaram para salvar a mulher.

Um policial se deslocou até os fundos da residência e chamou atenção da senhora, enquanto o comandante da equipe dialogava tentando acalmá-la. Aproveitando-se da distração da mulher, um outro integrante do trio ROTAM conseguiu dominá-la e consequentemente desarmá-la.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve no local e após os procedimentos iniciais encaminhou a mulher até o Hospital Regional de Cajazeiras.

Vale ressaltar que em casos de situações parecidas com essa, como uma tentativa de suicídio, a orientação é acionar a Polícia Militar, através do 190, e o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

ORIENTAÇÕES

Além dos órgãos de segurança, profissionais especializados em saúde mental são capacitados para acompanhar qualquer pessoa que apresente pensamentos suicidas, depressão ou qualquer outro transtorno.

Profissionais de saúde afirmam que quem está de fora também pode ajudar alguém que precise de ajuda. Principalmente buscando compreender o que o outro está sentindo e praticar a empatia.

Nos primeiros sinais é necessário acionar um psiquiatra ou psicólogo para que o acompanhamento seja iniciado.

COMO CONTRIBUIR COM A PREVENÇÃO DO SUICÍDIO

É preciso estarmos cada vez mais atentos aos nossos filhos, pais, irmãos, colegas de trabalho, todos a nossa volta, pois os sinais existem, muitas vezes de forma clara, com frases como: “Vou fazer meu testamento pois não sei até quando estarei aqui”, “Não sei até quando suportarei essa situação”, “Minha vida não tem mais sentido”. Ao invés de levar na brincadeira, achar que a pessoa está sendo dramática, exagerada, ou até mesmo querendo chamar atenção, vamos dar a devida importância: isso pode ser um pedido de socorro.

É papel de cada indivíduo e também do governo prestar suporte e estar atento ao sofrimento das pessoas. Isso significa estar presente, ouvir atentamente, chamar por ajuda que muitas vezes deve vir por um psicólogo ou psiquiatra, mas muitas vezes pode vir de alguém que não é um profissional da saúde, mas que está disposto a ouvir, a praticar a empatia e a se colocar no lugar do outro.

Uma importante frente de prevenção ao suicídio é ampliar ações de educação e conscientização da população sobre temas como transtornos mentais. É imprescindível incentivar as pessoas a buscarem ajuda se precisarem, enfatizando que o suicídio é uma morte evitável.

Se você conhece alguém que dá sinais de estar com problemas, sejam quais forem, converse. Falar sobre suicídio não dará a ela ideia sobre uma alternativa para acabar com o sofrimento e sim uma possibilidade de ajuda. Ou se você mesmo se encontra em um momento difícil, procure pessoas e profissionais que possam te ajudar ou ligue para 188, Centro de Valorização da Vida (CVV).

Da Redação
Com DIÁRIO DO SERTÃO

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