segunda, 25 de outubro de 2021
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Ministro: “Não haverá racionamento de água e nem apagão no Brasil”



Publicado em terça-feira, setembro 28, 2021 · Comentar 

Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque prometeu que não haverá racionamento de água no país e nem apagão, apesar da crise hídrica pela qual passam alguns estados brasileiros.

A declaração foi dada durante o evento comemorativo de 1000 dias do governo Jair Bolsonaro, realizado no Busto de Tamandaré em João Pessoa.

Durante a coletiva, o ministro explicou que não há nenhum plano de racionamento porque as medidas têm sido adotadas desde do mês de outubro do ano passado, quando o Ministério verificou que no mês de setembro o país teve a pior afluência do histórico brasileiro.

“A partir de então, começamos a adotar medidas, a exemplo da importação de energia dos países Argentina e Uruguai, a utilização de usinas termelétricas para preservarem os nossos reservatórios de água para no caso de necessidade termos a energia necessária para que não haja nem racionamento e muito menos apagão”, destacou.

Em relação ao horário de verão, o ministro Bento Albuquerque afirmou que os estudos que existem no setor enérgico sobre a medida, é que a alteração no horário não se faz necessário em termos de economia de energia. “Foi esse parecer que nós colocamos para o governo”, ratificou.

Ele destacou ainda o potencial de crescimento na geração de energia eólica e solar no Nordeste e, consequentemente, na Paraíba, bem como no norte de Minas Gerais, o chamado cinturão das energias renováveis.

De acordo com o ministro, isso tem sido fundamental, nesse momento em que há uma escassez hídrica e essa energia gerada é transportada para outras regiões do país onde há um déficit de oferta de energia.

A energia solar é a que mais cresce no Brasil. No ano de 2020, ela cresceu em 200% e isso a médio prazo vai reduzir o preço da energia, assegurou o ministro.

Sobre a projeção para os próximos dez anos da potencialização das energias renováveis eólica e solar, que hoje correspondem a 13% da matriz, o ministro garantiu que irão passar para 25% daqui a 8 anos, cujo investimento do governo neste setor é de R$100 bilhões.

“A energia renovável completa outras energias. Ela tem uma deficiência porque é intermitente, evidentemente, porque só gera energia com sol ou com vento, mas isso tem sido muito importante porque ela é complementar. Enquanto ela está produzindo não se precisa usar a energia hidráulica ou termelétrica. Isso é fundamental para um país como o Brasil, que tem a energia mais limpa do mundo. Ou seja, 85% da nossa matriz é limpa e renovável, enquanto a média de outros países é de 28 a 30 por cento”, completou.

Da redação/ Com Paraíba Online

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