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Estude para o Enem com questões de ‘Linguagens, Códigos e suas Tecnologias’



Publicado em segunda-feira, setembro 28, 2020 · Comentar 

O Exame Nacional do Ensino Médio é, atualmente, a principal porta de entrada para a universidade, e não é difícil entender a importância desse exame para a vida daqueles que estão começando a construir um futuro, dando o primeiro passo para o desenvolvimento de uma carreira. Entrar na universidade é um marco na vida de qualquer pessoa. O caminho para chegar lá requer muita disciplina e dedicação. Estudar é a receita.

Pensando nisso, o SAS Plataforma de Educação desenvolveu o Projeto ENEM, que apresenta aos futuros universitários uma série de fascículos contendo questões no modelo ENEM, obedecendo à estrutura aplicada no exame e à Matriz de Referência. Todo o material tem como ponto de partida o Raio X ENEM, uma pesquisa realizada pelo SAS que identificou os conteúdos mais recorrentes no Exame nos anos de 2009 a 2019. 

Os fascículos serão divididos por área de conhecimento, conforme aplicado na prova e estudado no seu dia a dia: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Todos serão publicados no Portal Correio.

Neste primeiro fascículo, estudaremos a área de Linguagens, abordando os conteúdos que encabeçam a lista de Língua Portuguesa no Raio X ENEM. São eles: Leitura e interpretação de textos (31,5%), Leitura e artes (12,1%) e Gêneros textuais (8,2%).

“Esperamos que estas questões ajudem você a potencializar seus conhecimentos, desenvolver habilidades diversas e a ampliar sua visão de mundo”, diz o SAS Plataforma de Educação.

Questões

1. O vôlei se acostumou a se reinventar ao longo dos anos. Agora, em nome do espetáculo, pode mudar mais uma vez. No início do ano, alguns dos principais treinadores do mundo se reuniram na sede da Federação Internacional de Vôlei, na Suíça. Queriam discutir mudanças que pudessem encurtar o tempo de jogo e tornar o esporte mais atrativo para o público. […] À primeira vista, a mudança pode parecer contraditória. O aumento do número de sets, mas com uma pontuação menor, porém, vai diminuir o número total de pontos da partida. […] Caso a mudança dê certo, deverá ser adotada em competições adultas ao redor do mundo até se tornar oficial. RODRIGUES, João Gabriel. Em busca de agilidade, vôlei ensaia mudanças e testa sets de 15 pontos. G1, Rio de Janeiro, 16 maio 2017. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com>. Acesso em: 10 jul. 2017. (adaptado)

Os esportes coletivos com frequência passam por transformações. Nesse contexto, o vôlei é um dos que mais se atualizou. De acordo com o texto, as novas mudanças propostas visam 

  1. a) tornar o jogo atrativo para os jogadores. 
  2. b) manter a tradição de mudanças do vôlei. 
  3. c) aumentar o número de pontos disputados. 
  4. d) agilizar o jogo e torná-lo mais interessante.
  5. e) melhorar a qualidade técnica dos jogadores.

2. O discurso ecológico dominante nos interpela como se fôssemos culpados a priori, em dívida com nossa mãe natureza, sob a pressão constante de um superego ecológico: “O que você fez hoje pela mãe natureza?” […] As implicações ideológicas de tal individualização são evidentes: totalmente ocupado em fazer meu exame de consciência pessoal, eu esqueço de me colocar questões muito mais pertinentes sobre a nossa civilização industrial como um todo. Esta empreitada de culpabilização encontra também uma saída mais fácil: reciclar, comer orgânicos, utilizar fontes de energia renováveis, etc. Em boa consciência, nós podemos continuar nosso alegre caminho. ZIZEK, Slavoj. Reciclagem, comidas orgânicas, andar de bicicleta… não é assim que nós salvaremos o planeta. Traduzido por Daniel Alves Teixeira. LavraPalavra. Disponível em: <https://www.lavrapalavra.com>. Acesso em: 26 out. 2017. (adaptado)

O texto apresenta uma crítica ao discurso ecológico considerado dominante atualmente na sociedade. A naturalização desse discurso, para o autor, implica a culpabilização do indivíduo, a qual tem por consequência a(o) 

  1. a) inibição do senso crítico que poderia levar as pessoas a associar os danos ambientais a questões mais amplas e, assim, buscar soluções mais efetivas. 
  2. b)  conscientização da sociedade de que um projeto coletivo em que cada um faz a sua parte é suficiente para solucionar os problemas ambientais. 
  3. c) engajamento das pessoas na luta por ações governamentais que busquem reduzir os danos causados ao meio ambiente. 
  4. d) entendimento, por parte da sociedade, de que os problemas ecológicos são resultados do modo de vida da civilização industrial. 
  5. e) transformação no comportamento das pessoas em relação ao consumo, as quais passam a confrontar radicalmente a indústria.
  1. […] há um pássaro azul em meu peito que 

quer sair 

mas sou bastante esperto, deixo que ele saia 

somente em algumas noites 

quando todos estão dormindo. 

eu digo: sei que você está aí, 

então não fique triste. 

 

depois, o coloco de volta em seu lugar, 

mas ele ainda canta um pouquinho

lá dentro, não deixo que morra 

completamente 

e nós dormimos juntos

assim 

com nosso pacto secreto 

e isto é bom o suficiente para 

fazer um homem 

chorar, 

mas eu não choro, 

e você? 

“O pássaro azul”, de Charles Bukowski. Tradução de Pedro Gonzaga.

O poema anterior, de Charles Bukowski, foi escrito em 1992 e é considerado um dos exemplos mais emblemáticos da estética bukowskiana, permitindo um vislumbre das violentas contradições vivenciadas pelo eu lírico, percebidas, principalmente, pelo(a) 

a) questionamento dos dois últimos versos, que valida a percepção de que o eu lírico deseja ajuda. 

b) pássaro azul, que, preso no peito do eu lírico, representa a revolta e indignação em relação ao mundo, devendo, portanto, ser domado. 

c) fragilidade e sensibilidade do eu lírico, escondidas sob um aparente embrutecimento, mas reveladas ao leitor por meio da imagem do pássaro azul. 

d) fato de que o eu lírico, embora deseje ocultar sua identidade, acabe por desvelá-la a partir de seus hábitos boêmios e pelas suas relações, usadas para satisfazer seus instintos. 

e) pacto com o pássaro azul, que permite que as pessoas entrevejam a verdadeira índole do eu lírico, que, em certas noites, expõe seus sentimentos a fim de manter viva sua humanidade.

TEXTO I

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TEXTO II 

[…] Criada a partir do reflexo da luz que incide sobre determinado objeto e penetra no dispositivo ótico, à imagem fotográfica é conferida verossimilhança em relação ao referente. […] Importa salientar que outros aspectos permitem considerar a fotografia não como duplicação do real, mas como transformação do real, produzida pelo ato fotográfico. Nessa perspectiva, torna-se fundamental o olhar do autor, o fotógrafo, e suas múltiplas escolhas ao efetuar um recorte na realidade a ser perenizado num determinado instante. Por esse viés, as vistas urbanas constituem fragmentos que recortam o espaço da cidade de acordo com o quadro delimitado na imagem fotográfica, do qual são excluídos diversos elementos que fizeram parte da realidade apenas naquele momento em que se apertou o botão. POSSAMAI, Zita Rosane. Fotografia e cidade. Artcultura, Uberlândia, v. 10, n. 16, p.67-77, jan./jun. 2008.

A relação entre fotografia e realidade urbana, de que trata o texto II, é percebida no trabalho de Victor Dragonetti como 

a) registro verossimilhante da realidade de uma praia como forma de construir um cartão-postal atrativo para turistas. 

b) busca por construir um acervo memorialístico acrítico dos locais que reconhecidamente compõem uma identidade urbana. 

c) crítica à convivência da beleza natural, representada pelo ambiente litorâneo, com a austeridade das construções da cidade, identificada pelos prédios ao fundo.

d) questionamento da desigualdade social, já naturalizada no cotidiano da cidade e ressaltada, no retrato, tanto pela organização dos elementos que o compõem, como pelo título dado à série fotográfica. 

e) possibilidade de explorar técnicas de composição fotográfica e, assim, construir paradigmas que tornem possíveis novos olhares sobre a cidade enquanto espaço de contemplação de diversas manifestações de beleza.

5. Ao clarear do dia, Manuel de Freitas e a mulher, carregando os mortos, foram dar-lhes sepultura. Difícil foi abrir-lhes a cova, embora na areia, e, segundo a pragmática do sertão, com sete palmos de profundidade e à beira de um caminho. Os cadáveres postos na escavação, atiraram sobre eles alguns punhados de terra e rezaram um padre-nosso. A areia caiu em massa com um ruído cavo. Aterrado o buraco, viria o malho obrigá-lo a receber o excesso de terra, que o fazia convexo. Estúpida cerimônia ainda em uso! Um tronco de carnaubeira serviu de instrumento. As pancadas do malho a socar ecoavam no silêncio daquela solidão pavorosamente. Recebida toda a terra, Freitas, concluída a tarefa, voltou com Josefa ao rancho. TEÓFILO, Rodolfo. A fome; Violação. Rio de Janeiro: José Olympio; Fortaleza: Academia Cearense de Letras, 1979. p. 15-16.

No fragmento, retirado do romance A fome, de Rodolfo Teófilo, o casal Manuel e Josefa cumpre a tarefa de sepultar uma mãe e um filho recém-nascido que encontrou mortos durante sua retirada do sertão. O aspecto naturalista do trecho consiste na(o)

a) crueza da cena, ressaltada pela descrição objetiva. 

b) destaque da natureza, com referência a espécies nativas. 

c) idealização das personagens, marcada pela subjetividade da narração. 

d) descrição psicológica das personagens, marcada por uma perspectiva objetiva. 

e) caracterização de personagens-tipo, destacada pelos traços da personalidade sertaneja.

6. “Escrito em 1968, Pedagogia do oprimido foi proibido pela ditadura militar e permaneceu inédito no Brasil até 1974. Neste livro revolucionário, Paulo Freire esmiúça as relações opressoras de nossa estrutura social e indica diversas possibilidades de mudança. Pedagógica e socialmente engajado, este é um trabalho imprescindível, referência não só na história da educação, mas principalmente na história cultural de nosso país.” Sinopse do livro Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire. Disponível em: <http://record.com.br>. Acesso em: 6 dez. 2017. (adaptado)

O trecho apresentado é a sinopse do livro Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire. Nele, sobretudo por meio de recursos linguísticos como qualificadores, evidencia-se um propósito comunicativo desse gênero textual, que é 

a) promover o livro para despertar o interesse do leitor. 

b) resumir objetivamente o livro sem atribuir juízo de valor. 

c) apresentar informações credenciais sobre o autor da obra. 

d) introduzir o livro revelando pontos positivos e limitações deste. 

e) mostrar a relevância da obra em uma análise imparcial de seu conteúdo.

7. 

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“Vejo Infográficos em Tudo” é uma página da internet na qual imagens da cidade do Rio do Janeiro são transformadas em infográficos de forma bem-humorada, partindo de uma interpretação pessoal para atribuir novos significados à paisagem urbana.

Considerando a imagem anterior, a referência ao gênero textual infográfico no título do projeto justifica-se pela 

a) interdependência entre os elementos visuais que compõem a paisagem da cidade, formando um todo visualmente coerente. 

b) interação entre linguagem verbal e não verbal, ao unir dados e imagem transformando-os em informações sintéticas e contextualizadas. 

c) associação entre linguagem não verbal e dados numéricos provenientes de pesquisas científicas que se referem à paisagem urbana. 

d) relação de verossimilhança entre os dados expostos na imagem e as informações que são veiculadas nos jornais sobre a inflação no país. 

e) inter-relação entre os dados que compõem o conjunto de informações sobre os moradores, de modo que um dado é consequência do outro.

8. O uso da tecnologia em sala de aula é algo inevitável, e o Brasil deve investir em um suporte tecnológico para a pedagogia. Isso é o que mostrou uma pesquisa feita com 12 mil pessoas em oito países. […] Para entender um pouco mais sobre essa pesquisa, do uso da tecnologia em sala de aula e a relação com os alunos, o Correio entrevistou Edmilson Paoletti, gerente de Desenvolvimento de Negócios para Educação. 

Correio — O senso comum é que a tecnologia afasta as pessoas – basta olhar WhatsApp e redes sociais. No entanto, na pesquisa, 65% dos brasileiros acreditam que ela vai aproximar o professor do aluno. Como isso ocorre? 

Paoletti — Um dos grandes benefícios do uso da tecnologia é o desenvolvimento do trabalho em equipe e da colaboração. E isso ocorre não só entre alunos, mas também entre eles, os professores e os pais. As pessoas tendem a pensar em um afastamento, mas só porque o contato é feito de forma virtual. No entanto, isso é mais uma forma de se comunicar, uma opção. ALMEIDA JÚNIOR, Ataide de. Em entrevista, especialista diz que tecnologia aproxima aluno e professor. Correio Braziliense. Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em: 15 set. 2017. (adaptado)

Do ponto de vista de seus elementos constitutivos, o texto anterior 

a) aprofunda informações oferecidas sobre o entrevistado. 

b) abdica da objetividade em prol da credibilidade. 

c) apresenta vocabulário de difícil entendimento. 

d) busca detalhar os resultados da pesquisa. 

e) adapta-se ao estilo padrão de linguagem.

9.

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O quadro Bananal (1927), de Lasar Segall, representa o rompimento no Brasil com a estética neoclássica e a grande transformação da arte no começo do século XX. Essa nova tendência se caracteriza, na obra, pela 

a) presença do mulato inserido na realidade social latifundiária brasileira. 

b) oposição entre luz e sombra típica do barroco nacional. 

c) descrição da flora europeia nas criações artísticas nacionais. 

d) isenção de temas vinculados ao universo cultural brasileiro. 

e) apresentação do homem europeu como tema central da obra.

10.

TEXTO I

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TEXTO II

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Em setembro de 2017, na ocasião de abertura de uma exibição de obras do artista novaiorquino Jean-Michel Basquiat, foi realizada uma intervenção do artista de rua britânico Banksy em uma das paredes do local da mostra. Em uma rede social, Banksy postou a foto de seu trabalho juntamente com o seguinte comentário: “Retrato de Basquiat recebendo as boas vindas da Polícia Metropolitana – uma colaboração (extraoficial) para a nova exibição de Basquiat”. A releitura de Banksy 

a) critica a seletiva coerção policial ao recriar a cena de Basquiat, agora com a personagem negra sendo revistada como suspeita de algo.

b) investe na projeção de uma cômica e inusitada situação em que a personagem da obra de Basquiat, o garoto negro, é revistado pela polícia. 

c) promove as ações coercivas da polícia londrina como meio eficaz de refrear as influências externas, difundidas, no caso, por meio de obras de arte. 

d) questiona o valor estético da obra de Basquiat e a situa como arte inferior ao eliminar sua subjetividade e destacar um de seus elementos, colocando-o em posição de suspeito. 

e) impulsiona a ideia de que o museu é o local mais adequado à exibição de obras de arte, representando a excelência e o critério desse espaço por meio da ação ostensiva dos policiais.

11.

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Na obra Futebol I, de José Roberto Aguilar, identifica-se que o(a)

a) elemento visual traduz subjetividades, embora dificulte o processo de comunicação entre a obra e o observador. 

b) abstrato predomina sobre o figurativo, pois as formas apresentadas não possuem correspondência no mundo real. 

c) escolha por retratar distorções nos rostos dos jogadores acentua o grau de criticidade da obra. 

d) aspecto visual da pintura dialoga com o efêmero, comprometendo a construção de sentido. 

e) obra deve se dissociar de seu contexto histórico para alcançar o status de atemporal.

12.

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O Impressionismo foi um dos principais movimentos artísticos do século XIX, e Claude Monet foi um de seus maiores representantes. A obra anterior enquadra-se na estética impressionista por apresentar 

a) reprodução fiel da realidade por meio da mistura de tintas na paleta.

b) intensa busca pela simetria e pela nitidez no contorno dos objetos. 

c) opacidade, ao romper com o jogo de luz oriundo das impressões.  

d) ausência de figurativismo na construção de suas paisagens. 

e) objetos de acordo com a impressão que a luz produzia à vista.

13.

Hello

Hello 

It’s me

I was wondering if after all these years 

You’d like to meet 

To go over 

Everything 

They say that time’s supposed to heal ya 

But I ain’t done much healing 

                                                               “Hello”, de Adele.

Na canção “Hello”, escrita e interpretada pela cantora britânica Adele, o eu lírico demonstra sentir 

a) medo de encontrar uma pessoa que o magoou. 

b) esperança de rever uma pessoa de seu passado. 

c) raiva de um antigo amor por ter sido abandonado. 

d) alegria por ter reencontrado um amigo do passado. 

e) mágoa por ter sido machucado por seu grande amor

14.

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O aspecto cômico do cartum apresentado reside no(a) 

a) conversa banal entre os dois funcionários, inadequada para o ambiente corporativo. 

b) ambiente de trabalho em si, marcado pela insatisfação dos funcionários. 

c) pergunta indelicada feita pela personagem, que deixa seu interlocutor sem graça. 

d) idade avançada da personagem masculina, que já deveria estar aposentada.

e) falta de entendimento da pergunta feita, que leva a uma resposta inesperada

15. Kathy Caprino — Shraysi, why were you drawn to covering the glass cliff phenomenon? Shraysi Tandon — Most of us have heard of the glass ceiling, but like many women, I had never heard of the glass cliff. And it’s not surprising that little is known about this because it’s a relatively new phenomenon that researchers have been studying. In fact, the term itself was only coined 10 years ago. […] Caprino — What statistics and data did you learn that surprised you about this? Tandon — The most compelling piece of data that surprised me was that women are more likely to be promoted to the top – whether is CEO or any C-suite level – when the company is facing a downturn or a crisis. That’s when boards are more open to appointing someone other than the traditional white, male CEO. And among CEOs leaving office over the past 10 years, a higher share of women have been forced out than men (38% of women vs. 27% of men), because when a company isn’t recovering from a crisis, it’s often the people at the top who get axed. […]. CAPRINO, Kathy. The ‘Glass Cliff’ Phenomenon that senior female leaders face today and how to avoid it. Forbes. Disponível em: <https://www.forbes.com/>. Acesso em: 10 mar. 2017.  

Considerando as informações apresentadas no texto, a expressão glass cliff está relacionada ao estudo do(a) 

a) baixo desempenho das mulheres nas organizações em momentos de crise. 

b) propensão que as mulheres têm de pedir demissão após períodos de recessão. 

c) fenômeno conhecido como glass ceiling, que vem sendo estudado há dez anos. 

d) tendência que se tem de nomear homens como CEOs em épocas turbulentas. 

e) dificuldade que as mulheres têm de alcançar e manter posições de liderança

16. Donde se acomoda la usura 

Nacen la ambición y el poder 

Y este germina en la tierra 

Que agoniza por interés. 

Y una gaviota cuentan que decidió 

En acto suicida inmolarse en el Sol 

Ríe desprecios un barco que encalló 

Y se desangra en su lecho: ¡la mar!

¡Ven!, quiero oír tu voz 

Y si aún nos queda amor 

Impidamos que esto muera

¡Ven! pues en tu interior 

Está la solución 

De salvar lo bello que queda. 

 

“La costa del silencio”, de Mago de Oz.

 

Tomando como base o fragmento, pode-se dizer que a ideia central da canção “La costa del silencio”, da banda espanhola Mago de Oz, é o(a) 

a) fato de que a ambição das grandes corporações é o principal agente de destruição do meio ambiente. 

b) pessimismo sobre o futuro da humanidade, uma vez que os recursos naturais estão se esvaindo. 

c) crítica à ineficiência das medidas tomadas pelos governos para conter a poluição da natureza. 

d) ênfase no impacto negativo das ações humanas sobre o meio ambiente. 

e) convite ao trabalho em conjunto, pois a união de forças pode ajudar o planeta a se recuperar.

17.

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No terceiro quadrinho, o uso de tampoco apresenta um sentido de 

a) negação. 

b) temporalidade. 

c) explicação. 

d) causalidade. 

e) indignação.

  1. Allá al fondo está la muerte, pero no tenga miedo. Sujete el reloj con una mano, tome con dos dedos la llave de la cuerda, remóntela suavemente. Ahora se abre otro plazo, los árboles despliegan sus hojas, las barcas corren regatas, el tiempo como un abanico se va llenando de sí mismo y de él brotan el aire, las brisas de la tierra, la sombra de una mujer, el perfume del pan. ¿Qué más quiere, qué más quiere? Átelo pronto a su muñeca, déjelo latir en libertad, imítelo anhelante. El miedo herrumbra las áncoras, cada cosa que pudo alcanzarse y fue olvidada va corroyendo las venas del reloj, gangrenando la fría sangre de sus rubíes. Y allá en el fondo está la muerte si no corremos y llegamos antes y comprendemos que ya no importa. “Instrucciones para dar cuerda al reloj”, de Julio Cortázar

No texto “Instrucciones para dar cuerda al reloj”, do escritor argentino Julio Cortázar, a interrogação tem como principal objetivo 

A) indicar a possibilidade de modificar o tempo que marca o relógio. 

B) fazer referência à morte como objetivo de todo ser vivo. 

C) atrelar o tempo às coisas e momentos perdidos. 

D) evidenciar a insatisfação humana com o tempo. 

E)  relacionar a passagem do tempo a algo negativo.

COMENTÁRIOS

1: D

As mudanças têm como objetivo deixar o jogo mais ágil e assim aumentar a sua popularidade entre os torcedores.

2:  A

Para o autor do texto, a culpabilização do indivíduo pelo discurso ecológico dominante resulta na inibição do senso crítico deste, o qual está tão ocupado em fazer a sua parte para manter a consciência tranquila que deixa de perceber o problema ambiental como resultado de fatores sociais, políticos e econômicos que poderiam ser questionados. Dessa forma, se não estivesse ocupado em manter-se em seu exame de consciência, o indivíduo poderia associar os danos ambientais à civilização industrial e, consequentemente, cobrar ações mais efetivas dos governos e da indústria.

3: C

A contradição vivenciada pelo eu lírico consiste precisamente na oposição entre seu exterior, embrutecido, e seu interior, frágil e delicado.

4: D

No trabalho de Victor Dragonetti, a fotografia dialoga com a realidade urbana ao enquadrar um recorte que suscita o questionamento da desigualdade social. A composição fotográfica – um catador de latas ocupando o centro da imagem e as demais pessoas ao redor aproveitando a praia de maneira diversa da dele –, considerada juntamente com o título dado à série fotográfica – “Roupa de domingo na praia” –, propõe um olhar transformador, capaz de desnaturalizar uma situação bastante comum em grandes cidades.

5: A

No fragmento, busca-se retratar de forma objetiva um acontecimento que normalmente provoca impacto, o enterro de uma mãe e um filho recém-nascido. A objetividade e a crueza da cena são características do Naturalismo.

6: A

A sinopse de livro tem como propósito oferecer informações sobre a obra que despertem o interesse do leitor para conhecê-la. Na sinopse, a qualificação da obra como “referência na história da educação e da cultura do país” e como “trabalho imprescindível” exemplifica essa promoção que caracteriza o gênero sinopse.

7: B

A associação entre a posição das gangorras na imagem e os textos verbais compõe um todo verbo-visual que fornece ao leitor informações sintéticas e contextualizadas, o que caracteriza o gênero infográfico.

8: E

Entrevistas, por representarem um gênero oral, geralmente contêm traços de linguagem coloquial, mas, quando apresentadas por escrito, como é o caso do texto, são feitas pequenas adaptações nas falas para que se adaptem à linguagem padrão.

9: A

Bananal retoma pictoricamente a memória dos grandes latifúndios presentes principalmente na Mata Atlântica no Brasil. No centro dele, a figura do mulato retoma a temática da exploração da força de trabalho no ambiente rural brasileiro.

10: A

Em sua intervenção no muro do centro de artes, com a releitura de uma obra de Jean-Michel Basquiat, Banksy pretendeu criticar as ações coercitivas da polícia que, em sua maior parte, recaem sobre pessoas negras, representadas na intervenção pela personagem da obra de Basquiat posta em situação de suspeita.

11: C

A obra retrata um time de futebol com os rostos dos jogadores sobrepostos por uma tinta branca.

12: E

A luz é a peça fundamental na composição de uma imagem impressionista, e, na obra apresentada, percebe-se que o artista dá enfoque na luz do ambiente. Não há uma representação fiel do cenário, mas de como a luz chega aos olhos, por isso tanta atenção aos reflexos na água e a falta de um delineamento das imagens (não há contorno, apenas uma composição que de longe representa algo figurativo, mas de perto é um borrão).

13: B

Esse sentimento fica claro no seguinte trecho: “I was wondering if after all these years / You’d like to meet”, que traz a palavra meet. Assim, compreende-se a vontade do eu lírico de reencontrá-lo.

14: E

A personagem pergunta ao colega até que horas ele acha que vai trabalhar, referindo-se ao horário do dia. O colega, por sua vez, devido ao uso da palavra late, entende que ela está perguntando sobre sua aposentadoria, dando uma resposta diferente do que se espera.

15: E

Quando Kathy Caprino pergunta à Shraysi Tandon sobre dados e estatísticas relacionadas ao fenômeno do glass cliff, a entrevistada cita a dificuldade que as mulheres têm de alcançar cargos de liderança e mantê-los: “women are more likely to be promoted to the top – whether is CEO or any C-suite level – when the company is facing a downturn or a crisis”, “And among CEOs leaving office over the past 10 years, a higher share of women have been forced out than men”.

16: E

Nos sete últimos versos, o eu lírico da canção faz um convite a todos que o estão ouvindo (por isso os verbos no imperativo), dizendo que, se ainda resta amor, todos devem impedir que ele morra, e a solução para os problemas do mundo está no interior de cada um.

17: A

Tampoco é um advérbio usado para negar algo depois de outra coisa ter sido negada. Na tira, a senhora alega que não tem visto o seu marido, assim como Manolito também não o tem.

18: D

O trecho “¿Qué más quiere, qué más quiere?” é um questionamento que, no contexto em que aparece no texto, mostra a insatisfação humana a respeito do tempo, mesmo com todas as dádivas que ele concede.

Da redação/ Com Portal Correio

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