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Em Caldas Brandão, cena de 2012 se repete e oposição fecha chapa com duas mulheres



Publicado em segunda-feira, julho 27, 2020 · Comentar 

O grupo de oposição na cidade de Caldas Brandão, agreste paraibano, definiu neste final de semana a chapa que deve enfrentar o grupo da prefeita Neuma Rolim e o fato curioso é que a cena de 2012 se repete em 2020.

A oposição vai para a disputa tendo duas mulheres na chapa majoritária, o mesmo ocorrido em 2012 quando a atual prefeita concorreu a prefeitura pela primeira vez pelas oposições, tendo como vice a enfermeira Glaúcia Martins tendo sido vitoriosas.

Agora a oposição fechou questão e terá a vereadora Daniella Martins, filha da saudosa Glaúcia, na cabeça da chapa e a professora Quitéria como vice, uma dobradinha que relembra as mesmas circunstâncias de 2012.

A aliança entre a parlamentar e a professora era tida até bem pouco tempo como incerta e até comentava-se que o grupo situacionista trabalhava a possibilidade da adesão da professora Quitéria.

O anuncio da definição das oposições foi feito em declaração nas redes sociais da vereadora Daniella Martins e fez severas críticas a gestão da prefeita Neuma Rolim .

Veja o texto a seguir:

Jamais devemos deixar vazio em nossas vidas o lugar da esperança. É nela que depositamos as expectativas por dias melhores, que guardamos a alegria, que armazenamos perspectivas e boas lembranças. É com essa esperança que estamos prontas e motivadas para proporcionar dias melhores, que colocamos nosso nome à disposição do povo de Caldas Brandão, que somos pré-candidatas a prefeita e a vice-prefeita de nosso amado município.

Caldas Brandão, embora seja um município de muitos recursos financeiros, passa por sérias dificuldades administrativas. Estamos há oito anos à mercê de um regime praticamente ditatorial, no qual uma única pessoa manda na Prefeitura Municipal de Caldas Brandão e em todas as secretarias. Uma “gestão” que é apenas representada por uma pessoa, mas que outra pessoa toma todas as decisões.

Nosso povo não merece mais este cenário. Precisamos de alguém que realmente assuma a sua função, precisamos de liberdade, precisamos que a nossa gente revisite a esperança. Nossa gente é humilhada, massacrada, simplesmente por aquilo que é de direito do povo. Não temos saúde de qualidade, especialmente neste período de pandemia, nossa população está exposta à própria sorte, sem assistência social, sem orientação.

A educação é outra área deficitária. Professores desmotivados que não recebem um salário digno, estudantes desmotivados que não recebem uma educação de qualidade, escolas que, embora sejam recém construídas, não possuem a estrutura mínima para funcionamento.

Agricultura, infraestrutura, assistência social, comércio, cultura, turismo dentre tantas outras áreas que poderiam desenvolver Caldas Brandão, estão simplesmente abandonadas, sem fomento nem perspectiva.

Não podemos ficar de braços cruzados. Pelo contrário, nos damos as mãos e vamos à luta para mudar toda esta conjuntura. Não podemos aceitar uma família comandando um povo. Temos que devolver o poder de decisão à toda sociedade. Seguimos em frente com fé, esperança e muito trabalho. 

Da Redação 
Do ExpressoPB

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