quarta, 23 de setembro de 2020
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Covid-19: casos de reinfecção são investigados em Guarabira (PB)



Publicado em terça-feira, agosto 18, 2020 · Comentar 

Possíveis casos de reinfecção pelo novo coronavírus estão sendo investigados em Guarabira. As suspeitas foram confirmadas pela Secretária de Saúde do município, em entrevista concedida a TV Mídia na manhã desta segunda-feira (17). A Secretaria Municipal de Saúde que promete a publicação de uma nota técnica e de um estudo sobre o assunto “nos próximos dias”. A pasta lembrou que “relatos de reinfecção já estão previstos na literatura sobre a Covid-19”.

Na entrevista da última segunda-feira (17) de agosto, a Secretária de Saúde Fernanda Castro já havia revelado o andamento de investigações, diante de casos de pessoas que testaram positivo duas vezes para a doença, por meio do teste PCR, em um intervalo de tempo superior a 30 dias.

“Estamos avaliando se isso ocorreu por alguma questão operacional, como data da coleta e outras variáveis que podem interferir no resultado do exame. Ou, ainda, se é algo residual da primeira infecção. Nós estamos com uma suspeita agora que ela fez o registro, que ela deu positivo IgM, é uma pessoa que estamos investigando, e agora tivemos novamente que o IgM dela deu positivo, nós estamos fazendo primeiro a investigação, para podermos ter primeiro certeza, pra depois informamos no sistema que nós temos de notificação, e a partir daí vai a informação, e os cuidados são os mesmos, como da primeira vez”. Disse a Secretária.

Nesse tipo de coleta, é analisada a presença do novo coronavírus, em secreções da boca e do nariz do paciente, ainda durante os primeiros dias de sintomas. Durante o processo de cura, que costuma acontecer no período de 14 dias, o organismo produz anticorpos que combatem o agente viral e o paciente passa a testar negativo.

A partir deste momento, as pessoas que já contraíram a Covid-19 deveriam testar positivo apenas nos testes rápidos, feito por meio de um exame de sangue, que detecta os anticorpos do tipo IgG e IgM. A duração dessas moléculas no corpo humano, no entanto, também é desconhecida.

Da redação/ Com Josinaldo Costa 

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