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Analista aponta “erro” do MP em denúncia contra Márcia Lucena e trabalho do GAECO é posto a prova



Publicado em domingo, julho 26, 2020 · Comentar 

A última denúncia feita pelo GAECO contra Ricardo Coutinho, Marcia Lucena e mais outros envolvidos em investigação da Operação Calvário tem gerado polêmica pelas inconsistências apresentadas pela defesa da Prefeita de Conde e por alguns analistas políticos que tem confrontado relatos da denúncia e dizem não corresponder com os fatos.

O primeiro deles foi o caso de uma suposta advogada que seria ‘testa de ferro’ do empresário Daniel Dantas da Cruz Vermelha Brasileira para acompanhar o processo de pactuação do município com a OS para gerir o sistema de saúde condense.

A própria prefeita veio a público nesta sexta-feira (24) desfazer o desentendido e apresentando documentos e alegações que leva a crer que de fato o GAECO pode ter se equivocado na narrativa dos fatos apresentados na denúncia.

Conforme consulta no Conselho Nacional dos Advogados, não há registro de Adeilda em nenhuma Ordem dos Advogados do Brasil em nenhuma seccional do país.

Segundo Marcia Lucena, Adeilda de Souza, apontada como advogada na denúncia, é na verdade uma pedagoga da cidade de Conde, que ocupou o cargo de diretora de uma instituição de ensino, entre 2016 e 2018, por indicação do vereador Daniel Junior.

O Daniel citado na anotação de Márcia, é na verdade o parlamentar condense, que indicou uma pessoa qualificada para um cargo de confiança.

Leia também: Calvário: Mulher apontada na agenda de Márcia como advogada é pedagoga indicada à prefeita por vereador de Conde

Adeilda também é empresária na cidade, onde possui uma loja de roupas, que foi exposta com seus dados e identificações pelo Gaeco, bem como também é proprietária de uma lanchonete na região.

Neste domingo (26) o analista político Flávio Lúcio que tem acompanhado de perto o caso, aponta em artigo publicado no seu blog que o Gaeco voltou a errar quanto ao fato da renúncia do vice-prefeito Temístocles Filho, afirmado na denúncia que o mesmo teria renunciado em 23 de setembro de 2017 quando na verdade a referida renúncia ocorreu em 2019, sem ter sido mencionado em qualquer momento ter sido motivada pelo fato de que Teminho discordava de possível pactuação da saúde com alguma OS (Leia Aqui).

Na avaliação de Flávio, “nada, absolutamente nada, sustenta as “convicções” do Gaeco, que segundo o próprio ainda não apresentou nenhuma prova do que acusa, apenas ilações e convicções.

A se comprovar os erros apontados pela prefeita e pelo analista político Flávio Lúcio, o trabalho do GAECO começa a ser posto a prova.

Da Redação 
Do ExpressoPB

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