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Em entrevista ao JKR, Gerente de Cultura de Mari chama de ‘politiqueiras’ as críticas dos artistas candidatos



Publicado em quarta-feira, abril 22, 2020 · Comentar 

Em resposta as críticas feitas por alguns artistas em matéria nos portais da cidade de Mari, o Gerente de Cultura, Fábio Brito, disse nesta terça-feira (21) ao portal JKR Notícias que as cobranças estariam sendo feitas esse ano porque trata-se de um ano eleitoral e que são feitas por “artistas” que estão envolvidos na política partidária, inclusive tendo se lançado candidato a vereador na próxima eleição.

“Observem que as pessoas que se apresentam nas matérias e fazendo cobranças são todas envolvidas com a política partidária, alguns já se apresentam como candidatos a vereadores ligados a candidaturas de oposição, portanto, todos sabem qual o objetivo deles”, disse o gerente ao JKR.

Em seguida, o Gerente de Cultura Mariense fez um balanço de suas ações e criticou como encontrou o setor cultural em janeiro de 2017: “O grande feito que nós encontramos na cultura foi uma casa inaugurada que não tinha uma cadeira para sentar e nem pagaram a atração que inaugurou a casa, o que representa um desrespeito ao artista que se apresentou, portanto dá para se ter uma ideia de como a cultura era tratada”, alfinetou, mas enalteceu a parceira feita entre o seu antecessor na pasta, Assis Firmino, através da Associação Manoel Xudú questionando se na gestão passada isso seria possível:  “imaginem que o Presidente da Associação Manoel Xudú foi meu antecessor na gerencia, nós conseguimos manter uma parceria de respeito e colaboração estrutural e financeira ao projeto, coisa que nem de longe aconteceu na gestão anterior”, argumentou.

Dentre outros assuntos, Fábio rechaçou a ideia de que a cultura se resume a cantores e a música brega: “Aqui vivemos uma dualidade cultural que não é bom, alguém pré-definiu que cultura é musica/músicos e brega e daí passam a excluir todos os outros segmentos e parece que são tão egoístas que eles não reconhecem que outros atores, outras personagens fazem cultura em Mari e não necessariamente só quem canta, talvez por estarmos quebrando esse preconceito eles achem que a gestão não faz cultura.”, finalizou.

Veja aqui a matéria na íntegra.

Da Redação 
Do ExpressoPB 

 

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