Reviravolta: Laudo aponta que bebê morreu asfixiado com leite e não têm sinais de lesões; mãe era suspeita


O laudo parcial da Gerencia Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), divulgado na tarde deste sábado (09) apontou que a bebê morta na madrugada deste sábado, não apresenta sinais de lesão interna ou externa e que a causa da morte foi asfixia mecânica por bronco aspiração do leite.

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A informação foi passada a imprensa pelo delegado encarregado do caso, Paulo Josafá.

O caso ganhou notoriedade, após o Hospital Cândida Vargas, para onde o bebê foi levado já sem vida, contatar a polícia, devido a suspeitas de que a morte da criança não havia sido natural.

A mãe foi levada até a Central de Polícia, onde foi constatado que ela já respondia a um processo por agressão à outra filha, hoje com quatro anos de idade. Uma prima da bebê morta prestou depoimento afirmando que a mãe reiteradas vezes agredia as duas filhas e que chegou a ser agredida também tentando defender as crianças.

A mulher, que não quis se identificar, chegou a afirmar que a mãe falou que iria beber o sangue das crianças e tinha oferecido a alma delas a satanás.

A mãe também relatou que é usuária de maconha e cocaína, mas alegou que nesta sexta-feira não utilizou nenhuma das substâncias, porém também foi pedido um exame toxicológico da criança. O resultado deste exame sai em aproximadamente 30 dias e se apresentar que a criança ingeriu alguma droga, o procedimento muda.

O delegado afirmou que fez várias oitivas e que o testemunho onde consta que a mulher agrediu a filha de quatro anos vai ser encaminhado para apuração pela Delegacia do Menor Vítima na próxima segunda-feira.

Da Redação 
Com Paraíba.com.br

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