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Mayra Cardi fatura até R$ 8 mil por post no Instagram e vira ‘life coach’ de Anitta e outros famosos

Publicado em segunda-feira, julho 31, 2017 · Comentar 

Mayra Cardi ficou conhecida por participar do “BBB”, em 2009. Pouco depois de deixar a casa, disse que não gostava de fazer exercícios. Hoje, aos 35 anos, é inspiração para seus 759 mil seguidores por conta do seu corpão. Ela trabalha como life coach – da Anitta, do cantor Sorocaba e de outros famosos. Acorda às 4h para malhar e gerir sua empresa com 60 funcionários.

“Às 6h já estou atendendo e só paro às 20h. As pessoas acompanham meus atendimentos, treinos, refeições, lanches que faço para meu filho levar para escola. Sem desculpas de falta de tempo… Acho que isso é motivador”, opina Mayra.

Ela faz diversos vídeos em suas redes sociais para compartilhar esses momentos. E diz que tenta treinar todos os dias, mas que sua rotina é menos intensa do que o ideal:

 “O que realmente vai te prejudicar é comer mal. A malhação só deixa você durinha, mas o que te deixa saudável e magra é sua alimentação. Já aconteceu de ficar 3 meses sem malhar e não perdi meu corpo, porque me alimentei muito bem.”
Mas, diz aí, o que é life coach?

“É ensinar para as pessoas a amarem a si mesmo, a respeitarem seu corpo e sua mente, ser feliz com suas escolhas. As pessoas fazem dietas, param e voltam a engordar porque não têm a menor ideia do que é comer direito e que não é preciso fazer dieta para ter um corpo lindo”.

Mayra garante não fazer dietas. Ela lista bolos, biscoitos, doces, risotos em seu cardápio. “Só que tudo saudável. Eu tenho um programa de apoio que ensina a pessoa uma maneira prazerosa de comer e ser feliz. Ser magro é consequência de entender tudo isso.”

Sobre seu currículo, enumera estudos como “nutrição esportiva, personal e aeróbico e PNL (Programação Neurolinguística) comportamental”. “Paralelamente, estudo psicologia e compulsão alimentar para entender meu cliente”, explica.

Mais saudável do que fitness

Sobre a rejeição aos exercícios no passado e a dedicação atual, ela explica. “Me engajei nesse mundo fitness por saúde. Achava que celulite e flacidez era por genética”, recorda.

“De jeans e roupa, eu era gostosa, mas pelada era um horror de mole e celulite”, relembra Mayra.

Ela iniciou a mudança na rotina para tratar um problema de tireoide. “Não tomei remédios, tomei vergonha na cara e aproveitei o que a natureza tem de mais importante para nos dar: alimento. Os alimentos me curaram.”

Mayra, que trabalhava como modelo antes do “BBB”, relembra que sempre compartilhou com seus seguidores sua rotina saudável. “Ainda nem existia Instagram. Era no Twitter que fazia meu diário da saúde. Tinha esse hábito e estudava para meu próprio eu, porque amava esse estilo de viva”, conta.

Como lidar com haters e assédio?

Mayra garante não ter tantos problemas com haters (aqueles que seguem alguém apenas para fazer comentários maldosos). Também não se diz constrangida pelo assédio diante de suas fotos com pouca roupa e muitas curvas.

“O meu público é mais adulto. Em geral, são mulheres entre 18 e 45 anos que me seguem”, explica. “Então, graças a Deus não tenho esse lado mal resolvido. Gente feliz não perde tempo criticando os outros. Tenho muita dó quando vejo pessoas comentando algo ruim em fotos de artistas”.

“Imagina o quão vazia não deve ser a vida de uma pessoa que perde seu tempo entrando nas redes sociais de quem provavelmente gostaria de ser e jogar ali toda sua frustração?” Sinto vergonha alheia”, provoca.

Os comentários de conteúdo indesejável sequer chegam nela… Mayra conta com um assessor para monitorar suas redes. “Caso tenha um comentário grosseiro ou maldoso, ele bloqueia e apaga. Eu nem fico sabendo”, explica.

O tal do #publi

Muitas webcelebridades usam a #publi para explicar que aquele post é patrocinado por alguma marca. Mayra conta que chega a ganhar R$ 8 mil por cada um desses posts. “Varia muito do que será, o que está escrito… Mas como eu nunca anuncio o que não acredito, já teve uma marca de whey protein que me ofereceu R$ 50 mil e obviamente não aceitei”, conta.

“Eu sou muito contra post falso. Se reparar, em minha página eu praticamente não anuncio nada. Perco muito dinheiro, confesso. Mas eu só me junto ao que acredito de verdade”, afirma ela, que explica como faz para selecionar os produtos que terão seu nome vinculado.

“Antes de anunciar um simples chá, que supostamente não muda a vida de ninguém, eu peço caixas para testar e, só depois de aprovar, eu anuncio”, garante

Como lidar com haters e assédio?

Mayra garante não ter tantos problemas com haters (aqueles que seguem alguém apenas para fazer comentários maldosos). Também não se diz constrangida pelo assédio diante de suas fotos com pouca roupa e muitas curvas.

“O meu público é mais adulto. Em geral, são mulheres entre 18 e 45 anos que me seguem”, explica. “Então, graças a Deus não tenho esse lado mal resolvido. Gente feliz não perde tempo criticando os outros. Tenho muita dó quando vejo pessoas comentando algo ruim em fotos de artistas”.

“Imagina o quão vazia não deve ser a vida de uma pessoa que perde seu tempo entrando nas redes sociais de quem provavelmente gostaria de ser e jogar ali toda sua frustração?” Sinto vergonha alheia”, provoca.

Os comentários de conteúdo indesejável sequer chegam nela… Mayra conta com um assessor para monitorar suas redes. “Caso tenha um comentário grosseiro ou maldoso, ele bloqueia e apaga. Eu nem fico sabendo”, explica.

O tal do #publi

Muitas webcelebridades usam a #publi para explicar que aquele post é patrocinado por alguma marca. Mayra conta que chega a ganhar R$ 8 mil por cada um desses posts. “Varia muito do que será, o que está escrito… Mas como eu nunca anuncio o que não acredito, já teve uma marca de whey protein que me ofereceu R$ 50 mil e obviamente não aceitei”, conta.

“Eu sou muito contra post falso. Se reparar, em minha página eu praticamente não anuncio nada. Perco muito dinheiro, confesso. Mas eu só me junto ao que acredito de verdade”, afirma ela, que explica como faz para selecionar os produtos que terão seu nome vinculado.

“Antes de anunciar um simples chá, que supostamente não muda a vida de ninguém, eu peço caixas para testar e, só depois de aprovar, eu anuncio”, garante

Como lidar com haters e assédio?

Mayra garante não ter tantos problemas com haters (aqueles que seguem alguém apenas para fazer comentários maldosos). Também não se diz constrangida pelo assédio diante de suas fotos com pouca roupa e muitas curvas.

“O meu público é mais adulto. Em geral, são mulheres entre 18 e 45 anos que me seguem”, explica. “Então, graças a Deus não tenho esse lado mal resolvido. Gente feliz não perde tempo criticando os outros. Tenho muita dó quando vejo pessoas comentando algo ruim em fotos de artistas”.

“Imagina o quão vazia não deve ser a vida de uma pessoa que perde seu tempo entrando nas redes sociais de quem provavelmente gostaria de ser e jogar ali toda sua frustração?” Sinto vergonha alheia”, provoca.

Os comentários de conteúdo indesejável sequer chegam nela… Mayra conta com um assessor para monitorar suas redes. “Caso tenha um comentário grosseiro ou maldoso, ele bloqueia e apaga. Eu nem fico sabendo”, explica.

O tal do #publi

Muitas webcelebridades usam a #publi para explicar que aquele post é patrocinado por alguma marca. Mayra conta que chega a ganhar R$ 8 mil por cada um desses posts. “Varia muito do que será, o que está escrito… Mas como eu nunca anuncio o que não acredito, já teve uma marca de whey protein que me ofereceu R$ 50 mil e obviamente não aceitei”, conta.

“Eu sou muito contra post falso. Se reparar, em minha página eu praticamente não anuncio nada. Perco muito dinheiro, confesso. Mas eu só me junto ao que acredito de verdade”, afirma ela, que explica como faz para selecionar os produtos que terão seu nome vinculado.

“Antes de anunciar um simples chá, que supostamente não muda a vida de ninguém, eu peço caixas para testar e, só depois de aprovar, eu anuncio”, garante

“Se mandam escrever algo que eu não acredito, não faço. Por exemplo, chá emagrecedor? Oi? Chás desincham, desintoxicam, mas não emagrecem. Não escrevo essa palavra.”

Da Redação G1

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