Presos por tráfico de drogas, atleta e personal pagaram fiança de 10 salários mínimos e estão soltos


atletas_traficantes-620x414Após serem presos em flagrante delito, um ex-campeão de handebol de areia e um personal trainer, presos ontem suspeitos de tráfico de drogas no bairro Esplanada, em João Pessoa, foram liberados na manhã desta sexta-feira (8), depois da audiência de custódia. Eles foram detidos portando vários tipos de drogas, como cocaína, ecstasy e três tipos de maconha, inclusive uma espécie chamada skank, cultivada em laboratório. Essas drogas, segundo a polícia, eram distribuídas em festas particulares.

De acordo com a polícia, a apreensão foi feita depois de investigações de denúncias anônimas. Os dois suspeitos foram abordados pela equipe da DRE, por volta das 17h, na BR-230, próximo a um supermercado.

Os dois suspeitos de tráfico de drogas vão responder ao processo em liberdade e segundo informações, cada um pagou fiança de 10 salários mínimos. Caio Gabínio Santos, 22, e Pedro Ianaí Pordeus Uchôa, 20, foram detidos após denúncias feitas pelo disque denúncia. Caio fez parte da seleção brasileira de handebol de areia que conquistou o campeonato mundial da categoria em 2012, em Mascate (Omã), e em 2014, em Recife (PE).

Dentro do veículo deles foi encontrada a maconha, 47 comprimidos de ecstasy, 30 gramas de cocaína e R$ 2,8 mil, de acordo com informações da polícia.

13626615_1234174293282783_5683478978640480984_n-620x349O delegado Leonardo Soares explicou que a maconha skank, que é um dos três tipos encontrados com a dupla, por ter efeito concentrado possui maior poder psicoativo e de causar dependência. “O skank, assim como a cocaína, assim como o crack, são drogas mais fortes. A maconha normalmente tem 2,5% de concentração de THC (Tetrahydrocannabinol). O skank tem 17,5%”, disse o delegado.

Para o delegado, o tráfico ficou caracterizado pela quantidade e pela forma como a droga foi encontrada.  “Pelo processo de embalagem que elas se encontravam, pelas características da droga encontrada, tudo leva a crer que não eram para consumo próprio”, disse o delegado.

Da Redação
Com Portal do Litoral

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