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Gasto excessivo com apadrinhados políticos pela gestão de Beto, causa repúdio em prefeitável de Solânea



Publicado em segunda-feira, janeiro 18, 2016 · Comentar 

Walter-SolâneaO solanense Walter Júnior presidente do diretório do PMDB na cidade e pré-candidato a prefeito neste ano em Solânea repudiou, na manhã desta sexta-feira (15), o gasto excessivo com apadrinhados políticos pela prefeitura municipal, sejam esses com comissionados ou cargos de excepcional interesse público e comenta sobre o impacto que esses gastos têm na eficiência da atuação da administração pública.

Para Walter Júnior, é inadmissível que, enquanto a população sofre com o caos na saúde, educação e saneamento o atual gestor da cidade só tenha pensado na beneficie dos apadrinhados com contratos e nomeações.

Atualmente, segundo o último balancete enviado pela prefeitura de Solânea ao do Tribunal de Contas do Estado (TCE), somente com comissionados de janeiro a outubro de 2015 foi gasto dois milhões vinte um mil, trezentos e trinta e um reais e sessenta e oito centavos (2.021.331,68). Já em relação ao mesmo período, mas no tocante ao gasto com pagamentos para os cargos de excepcional interesse público o valor chega aos Dois milhões oitocentos e sessenta mil, quatrocentos e noventa e nove reais e setenta e três centavos (2.860.499,73). Ou seja, gastou com apadrinhados políticos de janeiro a outubro de 2015, a bagatela de Quatro milhões, oitocentos e oitenta e um mil, oitocentos trinta e um reais e quarenta e um centavos (R$ 4.881.831,41). Enquanto isso no mesmo período de janeiro a outubro de 2015 investiu em seis áreas essenciais da administração como (Agricultura, Cultura, Desporto e Lazer, Indústria, Segurança Pública e Transporte Público) ¼ do que gastou com apadrinhados.

gastos em areas essenciais

Walter lembra que na Agricultura o prefeito investiu nesse período somente R$ 283.718,20; No setor cultural a cidade que recebeu somente R$ 336.795,75; Desporto e Lazer teve o investimento de somente R$ 248.892,80; A Indústria só contou com apoio da prefeitura de somente R$ 86.287,24; A Segurança Pública com somente R$ 6.419,91 e no Transporte Público a gestão investiu apenas R$ 7.660,00.

Ou seja, o prefeito preferiu gastar R$ 4.881.831,41 com apadrinhados políticos, enquanto isso investiu em seis áreas essenciais da administração pública somente R$ 969.773, 90 (Novecentos e sessenta e nove mil, setecentos e setenta e três reais e noventa centavos).  Os dados sobre a folha de comissionados de Solânea estão publicados no portal do Sagres (https://sagres.tce.pb.gov.br/) e revelam verdadeiros absurdos com o erário público.

Na visão do peemedebista a falta de profissionalização da máquina administrativa é um dos principais aspectos que afetam a eficiência dos serviços públicos, uma vez que, é impossível que profissionais não especializados na área tenham capacidade de apresentar resultados de qualidade.

Mantendo o ritmo de visitas aos bairros, comunidade rural, como a eventos da sociedade solenense de uma forma geral, Walter Júnior, vem escutando da população e o que ela realmente espera para o futuro da cidade. Walter ressalta que ouvir os pleitos das comunidades e estar mais perto da população sempre foi uma prática sua mesmo nunca tendo exercido cargo público. “Vim de uma família humilde e me coloco no lugar dos que mais precisam. Por isso sempre busco o entendimento e diálogo com a população de forma clara e transparente”, argumentou.

Como forma de mudar essa realidade o filho de Solânea é defensor de uma gestão pública marcada por uma administração gerencial que é a forma de administrar adaptando-se à revisão das formas de atuação do Estado, que são empreendidas nos cenários de cada país; e atender às exigências das democracias de massa contemporâneas.

A administração gerencial repousa em descentralizações política e administrativa, a instituição de formatos organizacionais com poucos níveis hierárquicos, flexibilidade organizacional, controle de resultados, ao invés de controle, passo a passo, de processos administrativos, adoção de confiança limitada, no lugar de desconfiança total, em relação aos funcionários e dirigentes e, por último, uma administração voltada para o atendimento do cidadão e aberta ao controle social.

“O Estado gerencial tem uma administração baseada em concepção democrática e plural. A administração gerencial empreende adequar as organizações públicas aos seus objetivos prioritários, que são os resultados”, afirmou Walter Jr.

Da Redação
Com Assessoria

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